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Sexta-feira, 18 de Maio de 2012

Duração da refeição

Sabia que comer muito rápido aumenta risco de diabetes tipo 2 até 2,5 vezes?

De acordo com um estudo apresentado este mês no European Congress of Endocrinology, os indivíduos que comem muito rápido têm um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2. Esta é a primeira vez que este factor aparece directamente relacionado ao desenvolvimento de uma doença.

Os investigadores compararam 234 pessoas diagnosticadas recentemente com diabetes tipo 2 com outros 468 indivíduos que não tinham a doença. Todos os participantes responderam a um questionário sobre factores de risco para diabetes, hábitos alimentares e medidas antropométricas (peso, altura, perímetro da cintura). A velocidade com que eles comiam foi avaliada, e classificada em lenta, normal ou rápida.

Após ajustarem os resultados para outros factores relacionados à diabetes (história familiar, actividade física e tabagismo), os autores concluíram que aqueles que comiam mais rapidamente apresentavam 2,5 vezes mais probabilidade de terem diabetes tipo 2. Outro dos resultados indicou que o hábito de comer mais rápido está associado a um maior índice de massa corporal (IMC) e a um menor nível de escolaridade.

É um facto que a prevalência de diabetes tipo 2 está aumentar e resulta de uma interacção entre factores genéticos e ambientais. É, por isso, importante identificar quais são os factores de risco modificáveis, sendo um deles - a duração da refeição.

Comer mais devagar não quer dizer que se deva mastigar os alimentos eternamente mas sim que se aprenda a fazer as refeições com calma, lentamente e saboreando os alimentos. Sabe-se que para que o cérebro identifique que está a ingerir alimento e proporcione a sensação de saciedade demora cerca de 30 minutos. Assim, se esse tempo não for respeitado o cérebro continuará a enviar mensagem de fome, contribuindo para o excesso de peso e desenvolvimento da diabetes.

Referências

Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Mostra-me os teus dentes e dir-te-ei o que comes!

Estudo europeu interliga rugosidade dentária à dieta alimentar dos animais! 

Um estudo liderado pelo departamento de Geologia da Universidade de Leicester, Reino Unido, acaba de provar que os nossos dentes são moldados pelos que alimentos que escolhemos colocar na boca. Isto prova que realmente ‘somos o que comemos’.

A investigação, realizada por uma equipa internacional de paleontólogos e biólogos, demonstra que amostras de dentes podem ser utilizadas para determinar o que um animal em particular tem consumido. Isto significa que os cientistas podem agora saber mais sobre a alimentação de animais selvagens sem terem de analisar o conteúdo de seus estômagos.

Foi descoberto que ,em alguns casos,  a aspereza dos dentes é um guia mais fiável para perceber a dieta do que olhar para o estômago de um peixe, porque o conteúdo do estômago apenas diz o que um animal comeu poucas horas antes de ser capturado e não o que normalmente come.

Segundo o estudo, publicado no jornal da Royal Society Interface, a rugosidade da superfície do dente pode revelar o que um animal comeu. Isto mostra que há uma estreita ligação entre a rugosidade dos dentes e uma dieta, uma vez que os dentes de animais que comem alimentos duros têm superfícies dentárias mais ásperas do que as de animais que comem alimentos macios.

Terça-feira, 17 de Abril de 2012

Harvard apresenta nova pirâmide dos alimentos!

Exercício físico e café são novas sugestões!

O Departamento de Nutrição da Universidade de Harvard propôs substituir a pirâmide ou roda dos alimentos, apresentando a figura de um prato que mostre quantidades aconselháveis e incluindo exercício físico e corrigem as alegas falhas do guia alimentar My Plate, sugerido pelo departamento da agricultura norte-americano. Os especialistas dizem que esta sugestão é baseada em investigação mais atual, sem interesses da indústria nem pressões políticas e, para além disso, dá recomendações mais específicas e precisas.

O novo guia de alimentação aventa ser mais informativo e intuitivo do que o modelo piramidal, já que as proporções dos alimentos a ingerir são mais explícitas. A proposta é encher metade do prato com fruta e legumes, um dos quartos restantes é para cereais e o outro é reservado a proteínas (recomendando peixe, aves, feijão e nozes), mas inclui ainda óleos vegetais e um copo de água, que pode também ser substituído por uma chávena de café ou chá (limitando para crianças), sumos e alerta para não exagerar no leite.

Quanto a óleos, o esquema em forma de prato refere o azeite e outros óleos vegetais, mas avisa para limitar gorduras como a manteiga. Esta nova pequena roda dos alimentos inclui ainda o exercício físico, um sector que até agora nunca tinha sido abordado. A sugestão principal deste esquema alimentar é ter um “prato colorido” e variado.

Alguns especialistas criticam de forma negativa o "My Plate" por parecer ser mais a favor de ir buscar proteína à carne vermelha do que ao peixe.

Referências

Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

Cogumelos

Já experimentou adicionar cogumelos à sua salada?

Os vegetais fazem bem, isso é um facto, mas se acrescentarmos uns cogumelos à nossa salada só ficamos a ganhar. O cogumelo tem propriedades antivirais, antibacterianas, tem elevado teor proteico e é o único produto da terra que é naturalmente rico em vitamina D

Recorde que se os seus níveis de vitamina D forem baixos, os glóbulos brancos terão dificuldade em proteger eficazmente o organismo de infeções. Não precisa de gastar muito dinheiro, pois o vulgar cogumelo redondo à venda nos supermercados, fresco ou enlatado, é suficiente para enriquecer a sua alimentação.

Experimente!